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Empresa garante direito de ir e vir das pessoas com deficiência

CASA X

No dia 3 de dezembro se comemora o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Muito se tem para falar sobre acessibilidade, conscientização e respeito aos direitos das pessoas com deficiência, haja vista que todos esses fatores exigem mudança de comportamento e porque não dizer amor ao próximo. Antes de parar numa vaga reservada e sinalizada para esse público, antes de construir um empreendimento, uma calçada, que tal pensar que muitas pessoas querem, precisam e têm direito de ter acessibilidade?

Segundo o IBGE, mais de 45 milhões de brasileiros (23,9% da população) possuem algum tipo de deficiência física no Brasil – o órgão não especifica quantos são cadeirantes. Dados divulgados recentemente pelo Instituto revelam que o Brasil ainda carece de políticas públicas para garantir acessibilidade a quem usa cadeira de rodas, mesmo em locais com alto índice de urbanização e disponibilidade de serviços públicos. Quando se fala em acessibilidade, foca-se o que não é feito. No entanto, existem os que oferecem conforto, serviços para que tenham dignidade.

Um exemplo é a Casa X, que foi construída em um local amplo, com calçada larga, elevador e rampa de acesso ao segundo piso. A empresária Veridiana Osório fala sobre a preocupação com acessibilidade e respeito ao público na hora de planejar a estrutura do empreendimento. “Além de entretenimento, muita cor, cinema com filme estrelado pela Xuxa, teatro, tobogã, camarim, cenografia, a Nave da Xuxa, o espaço também conta com elevador, acessibilidade, piso vinílico para as crianças não se machucarem. Priorizamos pelo conforto e segurança de nosso público. Tudo foi pensado com muito carinho”, disse a empresária Veridiana Osório.

A sócia da Casa X, Thais Reis Pires também confirma o cuidado que tiveram para entregar aos contratantes um espaço que oferecesse sonho. “É tudo muito especial, desde a decoração, alimentação até a acessibilidade e mobilidade. Aqui as crianças vêm para se divertir, não queremos restringi-las, independente da deficiência que tenham”, enfatiza Thais Reis Pires.