Aliança Energia avança com projetos eólicos em implantação no Nordeste


10/08/2022
Projeto Eólico Gravier, no Ceará, inicia a operação comercial ainda neste mês
A Aliança Energia segue focada na diversificação de sua matriz energética, com dois projetos eólicos em fase de implantação no Nordeste: Acauã, no Rio Grande do Norte, e Gravier, no Ceará. Juntas, as usinas tem uma potência de 180,6 MW.
Com mais de sete anos de atuação no mercado de geração e comercialização de energia elétrica, a Aliança Energia tem 1.257 MW de capacidade instalada, entre sete usinas hidrelétricas em Minas Gerais e quatro usinas eólicas no Ceará em operação.
Projeto Eólico Gravier
As obras do Projeto Eólico Gravier, em Icapuí, no Ceará, estão sendo concluídas com os primeiros aerogeradores iniciando a geração de energia ainda neste mês de agosto e conclusão estimada de geração de todos os 17 aerogeradores em setembro. O Projeto Eólico Gravier irá adicionar 71,4 MW de capacidade instalada, com um investimento aproximado de R$ 400 milhões.
A energia elétrica produzida em Gravier será interligada ao SIN – Sistema Interligado Nacional – por meio de subestação (SE) da CHESF, Mossoró IV, via linha de transmissão de 230 kV de 9 km.
Segundo o diretor administrativo de Gravier e Acauã e gerente de Implantação na Aliança Energia, Carlos Henrique Afonso, a construção do parque Eólico Gravier já gerou mais de 600 empregos e a energia produzida será suficiente para abastecer cerca de 380 mil residências no padrão médio de consumo do Nordeste.
A empresa já opera, em Icapuí, com o Complexo Eólico Santo Inácio (CESI), que completou quatro anos de operação em dezembro do ano passado. O Complexo Eólico Santo Inácio é composto pelos parques eólicos São Raimundo, Santo Inácio III, Santo Inácio IV e Garrote, com potência instalada de 98,7 MW. São 47 aerogeradores com capacidade de 2,1 MW cada, com 120 metros de altura.
Projeto Eólico Acauã
O Projeto Eólico Acauã segue com a execução das obras de construção da subestação coletora SE Acauã, Bay e na SE Lagoa Nova II da Chesf, execução dos acessos, plataformas e fundações das bases dos aerogeradores. O Projeto é composto pelas Centrais Eólicas Acauã I, II e III com 26 aerogeradores com capacidade de 4,2 MW cada, dispostos em quatro parques eólicos, distribuídos nos municípios de Santana do Matos, Lagoa Nova, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz, no estado do Rio Grande do Norte. O investimento aproximado é de R$ 700 milhões.
De acordo com Carlos Henrique Afonso, a potência instalada será de 109,2 MW, com energia suficiente para abastecer cerca de 580 mil residências no padrão médio de consumo do Nordeste. “Estimamos a conclusão das estruturas civis e das subestações e linha de transmissão neste ano para geração de energia no segundo semestre de 2023. A construção do Projeto Eólico Acauã já gerou mais de 800 empregos, desde o início da implantação, sendo que uma parte muito significativa foi ocupada por moradores do Rio Grande do Norte”, explica.